Marcus e Ilderlei disputam a presidência da Amac dia 27

primeira reunião dos novos prefeitos na Amac só deve acontecer no dia 27 deste mês, quando retornarão à capital para escolher a nova diretoria que presidirá a associação, pelos próximos quatro anos. Os prefeitos André Maia, de Senador Guiomard; Romualdo do Bujari, o ex-prefeito de Porto Valter, Zezinho Barbari e o ex-prefeito do Jordão, Elson Farias, correm contra o tempo para entregar o relatório com as mudanças estatutárias.

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O principal ponto em questão é o artigo que estabelece o direito vitalício do representante da prefeitura de Rio Branco, presidir a entidade, mas com a maioria dos prefeitos eleitos pelos partidos de oposição, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, discordou da regra, porque discordava do critério. Tradicionalmente, os ex-prefeitos e prefeitos reeleitos se reuniam no fim do ano, para homologar a indicação do prefeito da capital, com os demais cargos sendo ocupados com base do consenso.

Como os novos gestores não concordaram com o artigo do Estatuto da entidade que mantêm uma cláusula que estabelece que a presidência deve ser exercida, pelo prefeito da capital, os prefeitos atuais ficaram constrangidos em votar, sem o aval dos sucessores eleito no pleito municipal. Sem entendimento entre os atuais prefeitos e os sucessores sobre o critério de escolha da nova diretoria, a eleição teve de ser prorrogada para o dia 27 deste mês.

O prefeito da Capital, Marcus Alexandre, desponta como o nome favorito, mas o peemedebista Ilderlei Cordeiro, prefeito de Cruzeiro do Sul, busca emplacar o o nome dele na disputa. Com a mudança nas regras da sucessão, o novo gestor do Vale do Juruá poderá concorrer ao pleito, contra o principal adversário político.

Alguns dos novos prefeitos manifestaram favorável à recondução do atual presidente. Os prefeitos de oposição ao governo do Estado evitam tratar sobre a sucessão, mas se levar em contra o princípio da proporcionalidade, a situação conta com 10 prefeituras, enquanto a oposição 12 prefeituras. Não está descartada a hipótese de mudança no comando da entidade