No Acre 3,58 mil ainda têm direito ao abono

Mais de 3,58 mil trabalhadores do Acre ainda não sacaram o abono salarial ano-base 2015. Segundo dados da Divisão do Seguro-Desemprego e Abono Salarial, do Ministério do Trabalho. A retirada do benefício pode ser feita até 30 de junho.

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A Região Norte tem o menor número de saques pendentes, com 134,48 mil benefícios. O abono já foi retirado por 1,24 milhão de trabalhadores ou 90,28% de 1,38 milhão liberados na região. Roraima (3,03 mil) e Acre (3,58 mil) têm os menores números de saques pendentes no País.

De acordo com o Ministério do Trabalho, mais de 1,11 milhão de saques do abono estão pendentes na Região Sudeste. O número representa 50,65% do total de 2,2 milhões de benefícios que ainda estão à disposição dos trabalhadores em todo o Brasil.

Maior volume

O resultado da Região Sudeste é puxado por São Paulo, que tem 621,3 mil saques pendentes, 28,21% de todo Brasil. O número, no entanto, representa pouco mais de 10% dos benefícios disponíveis no Estado, que é de 5,85 milhões de trabalhadores. Até 31 de março, foram retirados 5,22 milhões desses benefícios, totalizando R$ 3,59 bilhões pagos aos cidadãos de São Paulo.

A Região Sul tem 411,63 mil benefícios que ainda não foram retirados. A maioria está no Paraná, que tem 152,57 mil saques pendentes. Já a Região Centro-Oeste apresenta o maior atraso, com 88,51% de saques realizados. São 220,07 mil benefícios disponíveis, a maioria em Goiás (79,1 mil). Mas é o Distrito Federal que apresenta o menor índice de saques da região e do Brasil, com apenas 84,13%. De um total de 411,08 mil benefícios, ainda estão disponíveis 65,23 mil.

A Região Nordeste lidera os índices de saques do abono, onde 94,16% dos benefícios já foram retirados, totalizando mais de R$ 3,77 bilhões para 5,16 milhões de trabalhadores. Outros 320,65 mil ainda podem buscar o dinheiro, sendo a maior parte deles da Bahia (83,7 mil).

Em todo o País, foram liberados lotes do abono salarial para 24,25 milhões de trabalhadores, com valores que variam entre R$ 78 e R$ 937, dependendo do tempo de trabalho formal, em 2015.