Comissão tem uma semana para apresentar requerimentos de convocação

O presidente da Comissão Especial de Inquérito (CEI), que apura irregularidades no Transporte Público da capital acreana, Railson Correia (PTN-AC), informou que os pares têm uma semana para analisar a documentação encaminhada pela prefeitura de Rio Branco. A Comissão retoma os trabalhos nesta quinta-feira (dia 27), com a aprecição dos requerimentos apresentados pelos vereadores que apuram o caso. “Entregamos a documentação para cada membro da CEI analisar os contratos com as empresas concessionárias do transporte coletivo”,, informou.

Explicou que os requerimentos serão analisados e votados pela Comissão no prazo estipulado pelo legislação em vigor. A decisão soberana do colegiado será encaminhada para a Mesa-Diretora dando ciência das ações que serão executadas, como convocatória dos donos das empresas de ônibus e de gestores públicos, conforme a decisão soberana dos membros da CIE. “Apesar da reclamação da oposição que a situação ocupou os postos chaves, conduziremos este caso com a maior transparência”, prometeu Railson, que é presidente da Comissão de Transporte da Câmara Municipal de Rio Branco.

O parlamentar presidente a Comissão, enquanto o vereador petista Jacson Ramos responde pela relatoria. Os veradores da oposição Roberto Duarte Júnior (PMDB-AC), Emerson Jarude (PSL-AC) e o comunista Eduardo Farias (PC do B-AC), ocupam as vagas de suplentes.

Os cinco parlamentares tem uma semana para debruçar em mais de mil documentos que tratam da questão contratual das empresas concessionárias do setor de transporte coletivo. As assessorias jurídicas e contábeis poderão esmiuçar cada contrato para verificar se existe ou não alguma irregularidade. Com base nestas análises preliminares poderão apresentar requerimentos solicitando a convocação dos empresários que atuam na capital acreana. Apesar de contar com a minoria na Comissão, os partidos de oposição pometem fazer valer o direito delegado pela população,  para que os empresários sejam convocados para responder o rosário de irregularidades que comenteram ao longo de uma década. Portanto, a convocatória precisará passar pelo crivo da maioria da base de sustentação do prefeito na Casa.