Acre é o segundo no País em adesão a planos de saúde

O Amazonas liderou a taxa de crescimento do País de adesão a planos de saúde no primeiro semestre, ao evoluir 8,87%, em relação a igual período do ano passado. Depois do Amazonas, a maior taxa de crescimento foi a do Acre, de 3,39%, seguido pelo Ceará, com alta de 3,17%.

De acordo com o balanço da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mais 43,6 mil contratos foram formalizados no período. Só seis Estados registraram crescimento, enquanto que no País, com a crise, as operadoras perderam 2,4 milhões de contratos, queda de 4,97%.

A maioria dos planos é corporativo. Foram registrados 451,1 mil contratos neste segmento, dos quais 429,6 mil empresariais e 22,5 mil coletivos por adesão. A ANS aponta outros 79,7 mil planos individuais ou familiares e 3,6 mil não identificados, no Amazonas.

O maior índice de crescimento foi dos planos odontológicos, com alta de 11,44% no semestre. No período de um ano, foram firmados 40,1 mil novos contratos, que resultaram em 390,6 mil beneficiários, equivalente a uma cobertura de 10,8%. O segmento coletivo também representou a maioria, com 281,2 mil planos e os individuais e familiares totalizaram um universo de 109,4 mil contratos.

De acordo com a ANS, em comparação com o mês de junho de 2016, seis Estados apresentaram aumento de beneficiários em planos de assistência médica: Amazonas, Acre, Ceará, Piauí, Santa Catarina e Tocantins. Depois do Amazonas, a maior taxa de crescimento foi a do Acre, de 3,39%, seguido pelo Ceará, com alta de 3,17%.

No Brasil, o setor apresentou 47,3 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares, o que representou um crescimento de 155,1 mil beneficiários em relação ao mês anterior, mas houve retração de 4,97% em comparação ao primeiro semestre do ano passado. Nos planos exclusivamente odontológicos, o aumento foi de 1,58 milhão totalizando 22,6 milhões de beneficiários nessa modalidade, aponta a agência.

Em todo o ano passado, as receitas de contratos das operadoras no País totalizaram R$ 161,37 bilhões e no último dado consolidado de 2017, referente ao primeiro trimestre, as operadoras registraram receita de contraprestações de R$ 41,86 bilhões, segundo os dados da agência.