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Criadores deverão comercializar cerca de 100 toneladas de pescado

Com a aproximação da Semana Santa, a previsão da Agência de Negócios do Estado do Acre (Anac) que psicultores, ligados a empresa Peixes da Amazônia comercializem umas 100 toneladas de pescado (bruto). Afinal, quase todos os dias chegam novos pedidos de encomendas das empresas do setor varejista e atacadista que estão sediadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro Distrito Federal (DF), Goiás, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco e Ceará. “Os pedidos para os clientes regulares tiveram aumento de 15% em comparação com o ano passado”, declarou Inácio Moreira, diretor-presidente da Anac.

Fotos Assis Lima

Informou que nesta época do ano cresce significativamente o número de pedido de peixe fresco. Destacou que a empresa tem priorizado as importações destinadas ao Peru, somente neste período chegaram a fechar uma comercialização de 15 toneladas por semana. A produção excedente da na rede frigorífica, tem sido destinada aos clientes parceiros que compram todos os meses uma certa quantidade do produto. “Temos dobrado a produção para atender toda a demanda do mercado”, observou Inácio.

A Central de Abastecimento de Rio Branco (Ceasa) pretende comercializar cerca de 60 toneladas de pescado bruto e 250 toneladas de produtos hortegrajeiro durante a realização da VIIIª Feira do Peixe. O evento começa nesta terça-feira (dia 27), mas só encerra no dia 30 desse mês. Aproximadamente 40 piscicultores e 100 produtores rurais estão cadastrados para participar do evento que antecede a Semana Santa. “Estamos nos preparando para atender a população no Ceasa de Rio Branco”, comentou Jandson Rodrigues da Silva, que coordena a feira.

A decisão dos prefeitos de incentivar as Feiras do Peixe contribui para que os piscicultores tenham mais uma oportunidade de vender o seu produto direto ao consumidor. A previsão da Anac que durante a data religiosa o setor chegue a comercializar umas 40 toneladas de pescado inteiro. A prefeitura do Bujari prepara uma Feira do Peixe em frente da Câmara de Vereadores, como faz todos os anos.

Potencial – Para cada 50 toneladas de pescado de corte, a unidade frigorífica da Peixes da Amazônia precisa de quase 120 toneladas de peixe fresco. A meta inicial da empresa era colocar no mercado 90 toneladas de pescado, sendo 50 toneladas beneficiada, mais a exportação de 40 toneladas de peixes inteiros, mas em decorrência dos novos pedidos tiveram que aumentar a demanda em mais 10%.

Somente no ano passado, o setor pesqueiro comprou 26.951 alevinos de pirarucu, 573.278 de surubim\pintado e 60.250 de tambaqui. Em contrapartida, as duas espécie (pintado e tambaqui), devem chegar este ano com uma quantidade de 1.200 ton de peixes frescos. Sendo que os psicultores de Rondônia e Mato Grosso, foram os principais compradores dos 26.951 alevinos de pirarucu, que agora estão chegando ao ponto do abate.