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Operação “Impactus” prende 17 pessoas em Rio Branco

Dando continuidade ao planejamento estratégico da Segurança Pública do Acre, 13 mandados judiciais foram cumpridos na manhã desta sexta-feira, 20, durante nova fase da operação “Impactus”, da Polícia Civil.  O cumprimento das diligências ocorreu no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde (FOC), com detentos que já cumpriam pena por outros delitos, e em bairros que compõem a região da Baixada da Sol, em Rio Branco.

Foto: Arquivo Secom

Na área de jurisdição da Delegacia da 3ª Regional de Polícia Civil foram cumpridos 13 mandados de prisão que resultaram em 17 pessoas presas. Munições, dinheiro, entre outros objetos de origem duvidosa foram apreendidos.

Além de cumprir os mandados judiciais, o objetivo da polícia também é apreender armas, drogas e ativos criminais que possam subsidiar o crime. A operação desta sexta-feira contou com 60 policiais e 15 viaturas e foi coordenada pelos delegados Ricardo Casas e Nilton Boscaro.

No período que compreende 90 dias, ou seja, nos três primeiros meses do ano, mais de 300 pessoas foram presas em edições da operação “Impactus”, da Polícia Civil. Essas prisões foram em decorrência de mandados de busca e apreensão, mandados de prisão e fragrantes delitos.

Dinâmica de enfrentamento

A estratégia utilizada pela Segurança Pública é ocupar o espaço e manter a presença da polícia nos locais de maior incidência criminal e diminuir os índices de criminalidade. “Desenvolvemos uma forma de trabalho e nosso objetivo é retirar de circulação pessoas em débito com a justiça e coibir o cometimento de crimes”, ponderou o delegado Ricardo Casas.

O secretário da Polícia Civil, delegado Carlos Flávio Portela, destacou o empenho dos delegados e agentes nas operações que vem sendo realizadas.

“A Polícia Civil tem realizado suas operações sempre baseadas em provas, contando sempre com a integração plena dos demais órgãos, como o Poder Judiciário e o Ministério Público. O objetivo da Polícia Civil não é somente prender, mas asfixiar a criminalidade com apreensões de bens e dinheiro usados para financiar o crime”, pontuou o delegado-geral.