Filipina Miss Universo diz que maconha é um tópico atual

A filipina Catriona Gray, 24, foi eleita Miss Universo 2018, e pela quarta vez leva a coroa para o país asiático.

(Foto: Divulgação)

“Meu coração está cheio de tanta gratidão. Houve momentos de dúvida em que me senti sobrecarregada e pressionada”, disse Gray, que usou um vestido vermelho e laranja inspirado no vulcão Monte Mayoon, que entrou em erupção neste ano.

A filipina defendeu o uso medicinal da maconha, em pergunta feita no palco, e depois afirmou a jornalistas ser uma “pergunta definitivamente relevante” e “um tópico atual”, em aparente referência à guerra às drogas do governo Rodrigo Duterte que matou milhares nas Filipinas. O país já ganhara a coroa em 2015, 1973 e 1969.

Em segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, as misses África do Sul, Tamaryn Gray, 24, e Venezuela, Sthefany Gurierrez, 19.

A amazonense Mayra Dias, 27, não avançou para o top 10. Ela chamou a atenção da imprensa, contudo, pelo traje típico, inspirado em um beija-flor. “Fiquei extremamente feliz com a repercussão, principalmente por poder representar a cultura do meu estado e Parintins”, disse à Folha.

A Miss Estados Unidos, Sarah Rose Summers, 23, foi responsável pela polêmica da edição ao apontar em vídeos em suas redes sociais que algumas concorrentes, como a Miss Camboja, não falam inglês e deviam se sentir isoladas. Ela foi criticada por seus seguidores.

A espanhola Angela Ponce, 26, a primeira transgênero a participar do Miss Universo, não se classificou. Em sua homenagem, foi exibido um vídeo sobre sua trajetória, e a miss desfilou no palco sozinha. Informações Dol