INSS libera calendário de pagamentos

Os mais de 5 mil segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Acre que recebem pensão, aposentadoria ou auxílio-doença já podem conferir as datas de pagamentos dos benefícios neste ano. A TRIBUNA publica o calendário divulgado ontem pelo Instituto, e o documento deve ser seguido de acordo com número de cada segurado. A tabela de pagamento de benefícios é a programação anual que o INSS faz para esclarecer ao cidadão em qual data o seu pagamento estará disponível na rede bancária.

Para saber o dia correto do seu pagamento, você primeiro precisa saber o número do seu benefício. Cada benefício pago pelo INSS é composto por uma numeração única e segue um padrão de 10 dígitos no seguinte formato: Número do Benefício (NB): 999.999.999-9. O número a ser observado será o que se encontra em vermelho, ou seja, o penúltimo algarismo. Além dessa informação, também é necessário observar se o benefício é de um salário mínimo ou acima dele.

Vale ressaltar também que os idosos com 65 anos de idade ou mais e as Pessoas Portadoras de Deficiência, enquadradas na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), também devem seguir o novo calendário. Outra informação importante é que quando houver feriado municipal, estadual ou federal, o pagamento do benefício deverá ser feito no dia útil seguinte. Por fim, o Instituto informa que o prazo para saque dos benefícios com cartão é até o final do mês seguinte (aproximadamente 60 dias) ao da disponibilização do valor na conta. Caso o segurado não faça o saque nesse período, os valores correspondentes serão devolvidos ao INSS.

Os segurados já deverão ser beneficiados com um aumento em função do novo salário mínimo de R$ 998, definido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) em decreto publicado no dia 1º de janeiro, que também afeta o valor das aposentadorias e pensões pagas pelo INSS. Com esta mudança, todos os benefícios pagos e concedidos pela Previdência devem ser de, no mínimo, R$ 998. Além disso, o índice de inflação considerado pelo governo, de 3,5%, também deverá ser usado no reajuste dos demais benefícios previdenciários. E o teto, que é o valor máximo, passará de R$ 5.645,80 para R$ 5.843,40.