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MPAC apresenta à Segurança Pública trabalho de inteligência e combate à criminalidade

Em agenda direcionada pela procuradora-geral de Justiça, Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) apresentou nesta quarta-feira, 10, à nova equipe de Segurança Pública do Estado, o trabalho de inteligência e combate à criminalidade, realizado por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT) e Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPAC.
A apresentação foi feita pelo coordenador em exercício do NAT, promotor de Justiça Bernardo Albano, e pela equipe do Observatório de Análise Criminal do MPAC. Estiveram presentes, o vice-governador Major Rocha, e representares das Secretarias de Estado de Segurança Pública (Sesp), Polícia Civil, Polícia Militar (PMAC), Corpo de Bombeiros (CBMAC) e Instituto de Medidas Socioeducativas (ISE).
Pelo MPAC, também participaram da agenda, o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, o corregedor-geral do MPAC, Celso Jerônimo de Souza, o assessor especial da Procuradoria Geral de Justiça, Almir Branco, e o representante do Gabinete Militar de Segurança Institucional do MPAC, tenente Mendes.
“É importante essa integração com a Segurança Pública. O MPAC trabalha com muito compromisso e responsabilidade com o intuito de acertar. Os nossos produtos e ferramentas aqui apresentados tem nos colocado no caminho, mas é importante sempre trabalharmos de forma integrada, irmanados para combater a criminalidade e alcançar a paz social que todos esperam”, destacou a procuradora-geral de Justiça.
Na ocasião, Bernardo Albano falou sobre a instalação do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro e o fortalecimento do Núcleo de Inteligência e seus resultados alcançados a partir de sua estruturação. Em nome da equipe de Segurança Pública, o vice-governador agradeceu a disposição do MPAC e destacou a importância desta integração com os órgãos de justiça.
“Estamos organizando o Serviço de Inteligência do Estado e buscamos compartilhar informações. O MPAC produz dados qualificados que podem subsidiar os trabalhos das polícias e podemos retribuir com as informações que nós produzimos. Esse trabalho conjunto de compartilhamento de informações nos fará tomar as melhores decisões para combater o crime organizado no Acre”, afirmou Rocha.
O próximo passo é uma agenda entre a Segurança Pública Estadual e os promotores de Justiça que atuam na área criminal.