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Coluna Bom Dia

Um mês

O governo completa o primeiro mês da administração. Gladson  Cameli está  cumprindo sua primeira e principal promessa. Ontem foi depositado o salário de Janeiro do funcionalismo, em uma folha  de R$ 207 milhões. Começou bem.

Desafios

Não foram fáceis os desafios desse mês de janeiro para o governador Gladson Cameli. Mas ele os enfrentou com coragem e determinação. Claro que a administração ainda mostra desacertos, falta de entrosamento e diferentes velocidades em alguns setores. Isso é mais que normal, para um grupo político que ficou 20 anos fora do Poder.

Positivo

Mas o balanço, em geral, é positivo. Não há dúvida que uma nova mentalidade de governo foi implantada no estado, mas austera, mais simples e mais objetiva. Importante é o desejo do governador e de sua equipe mais próxima de fazer o governo dar certo, de cumprir as propostas que levou à população durante a campanha.

Ajustes

Claro que o governo precisa de alguns ajustes, uma sintonia fina, mas necessita, antes disso,  de paz e tranquilidade para trabalhar, o que foi raro até agora. Todo dia o governador tem que apagar um incêndio, que contentar um aliado, apaziguar ânimos. Isso precisa acabar.

Áreas

Ficou claro nesse primeiro mês que o governo vai trabalhar em algumas áreas prioritárias. A questão da infraestrutura terá peso fundamental, assim como o esforço produtivo, para tirar o Acre da pasmaceira econômica e ações na área de saúde e segurança. Junto a isso, a mais completa e forte  contenção de despesas.

Arrecadação

Ontem, no começo da  noite, o governo divulgou um balanço preocupante, com uma projeção de arrecadação própria para 2019, chegando ao valor de R$ 3,9 bilhões. Somando as demais receitas, o valor total chega a R$ 5,02 bilhões. Já as despesas totais somam R$ 5,21 bilhões, deixando um déficit orçamentário de aproximadamente R$ 200 milhões por ano.

Reforma

Por essas e outras é que o governo do estado apoia uma radical e urgente reforma da Previdência. É questão de sobrevivência

Consenso

Quem está dando prova de maturidade é a Assembleia Legislativa. Depois de muita fofoca, muita briga e muita discussão, os 24 Deputados parecem ter chegado a um acordo e a eleição da mesa deve ter um raro consenso. E também uma eclética composição, com todas as forças do Parlamento bem representadas.

Problemas

A mesa diretora eleita hoje vai encarar alguns graves problemas. Logo de cara, uma grande insatisfação do corpo funcional da Assembleia.

Manifestação

Ontem, mais uma vez, houve manifestações de servidores inconformados pelo não recebimento de verbas prometidas. O problema é muito complicado. Para muitos, os servidores estavam lutando pelo direito ao décimo terceiro salário. Mas não era essa a verdadeira razão.

Privilégios

Na verdade, o que estava pendente era uma verba de auxílio saúde, já considerada irregular por órgãos de controle. Cada servidor, em média, teria direito a R$ 3 mil para essa rubrica. Depois da manifestação, foi autorizado o pagamento equivalente a uma média de R$ 2 mil por servidor

incorporação

Além dos outros R$ 1 mil ficarem para as calendas gregas, os servidores sonhavam em incorporar esse auxílio a seu salário. Mas essa é uma luta impossível, apesar das reiteradas promessas políticas feitas a eles. Não existe essa possibilidade. Ou seja, os servidores levaram um beiço.

Equilíbrio

Para a nova mesa diretora fica o desafio de promover o equilíbrio das contas na Assembleia. Há denúncias de que pelo menos 700 servidores estão à disposição, na capital ou no interior, fora mais de 300 cargos comissionados na casa. É muito e não há dinheiro para isso. Os deputados terão que cortar na carne

Resolução

Os deputados também devem promover a revogação de algumas resoluções que engessavam as contas e as compras da Assembleia. Para muitos deputados, o que era uma verdade para antiga legislatura, não pode se aplicar a essa. Tudo será adequado à nova necessidade dos parlamentares.

Juruá

Pode ser coincidência, mas a verdade é que a presidência, a primeira secretaria, a segunda vice-presidência e a segunda secretaria da mesa diretora, cargos fundamentais, serão exercidos por deputados do Vale do Juruá. Até a primeira vice-presidência será ocupada por um deputado de Tarauacá. Sobrou quase nada para a capital

Vai longe

Vai longe a briga interna do PT. As correntes estão em rota de colisão, praticamente irreconciliáveis. O deputado Daniel Zen enviou nota à coluna criticando as posições assumidas pelo senador Jorge Viana e principalmente pelo Deputado Raimundo Angelim

Esforço

Na defesa da corrente democracia radical, Zen disse que nunca viu divergências que impedissem alianças dentro do PT e que o partido se uniu em Apoio aos governos de Jorge Viana e Raimundo Angelim, respectivamente no estado e na capital.

Razões

Daniel Zen citou que uma das razões que podem explicar a derrota de Jorge e Angelim seria a prolongada ausência desses políticos de suas bases.

Soberba

Ainda em  crítica dura, Daniel Zen disse que havia uma certa soberba dentro do partido, em parte dos que agora buscam criticar a legenda.

Fato

O fato é que o deputado Jonas Lima, que sempre se sentiu desprestigiado na legenda, disse que se a DR continuar mandando no PT circula ele deixará o partido.

Chuteiras

Por outro lado, em encontro com a prefeita Socorro Neri, o agora ex-senador Jorge Viana ouviu palavras de incentivo e agradecimento. A prefeita foi clara ao pedir a ele que nem pense em pendurar as chuteiras.

Futuro

A prefeita Socorro Neri disse que o Acre ainda Precisa no trabalho e da capacidade de Jorge Viana, por oito anos seguidos, um dos parlamentares mais influentes do congresso nacional

Dia da caça

Em Boca do Acre, quem pensava que era a palmatória do mundo, o todo poderoso, viu a casa cair e está amargando a cadeia por seus atos hediondos. Quem não respeitava ninguém, criticava a todos e se julgava o maioral, hoje está morrendo de medo por estar junto à ralé da qual sempre fez parte. O mundo dá Voltas, mas é justo.

Versão

O delegado Rêmulo Diniz deu ontem sua versão dos fatos e da acusação pesada que me fizeram. Logicamente, disse que é inocente e que a denúncia causou-lhe forte abalo emocional. Esse é um assunto muito delicado e que ainda dará muitas reviravoltas. A coisa está muito feia na segurança pública.

Navalha na carne

Dezenas de servidores comissionados do Ministério Público Estadual foram surpreendidos com a notícia de que não precisam retornar ao serviço hoje , pois estavam sendo dispensados por contenção de gastos.

Lugar

Muitos desses demitidos do Ministério Público, não têm qualquer perspectiva de novas colocações no serviço público, uma vez que os cortes estão ocorrendo em todos os setores da gestão pública.

Fim

As demissões, segundo a administração superior do Ministério Público, se deram nas áreas meio da instituição. As áreas fim não foram atingidas. Ou seja, os gabinetes de procuradores e promotores não foram atingidos.

Comunicação

Uma das áreas de corte no MPE foi a comunicação social. Vários assessores foram dispensados do serviço.

E-mail

Os demitidos do MPE foram comunicados por e-mail. O clima no final do expediente era de velório. Os que escaparam da navalha da gestão correram mais cedo.

Lavado

O deputado Roberto Duarte ainda não engoliu a rasteira que levou dos colegas de partido na eleição da mesa. Vai ter que se acostumar com o sistema. Porque no MDB o sistema é bruto.

Quarentena

A partir de hoje começa um novo ciclo na vida do agora ex-senador Jorge Viana. Nessa primeira etapa do seu novo ciclo decidiu ficar distante das redes sociais e da vida pública. Vai cumprir uma quarentena voluntária.

Tempo

Nesse período Jorge Viana deve ficar a maior parte do tempo fora do Estado, entre o Brasil e a Europa. Vai estudar e descansar. Mas ninguém pense que a política está fora da sua vida.

Posse

Hoje tomam posse os novos vereadores da capital. Uma das maiores expectativas é em relação à vereadora Sandra Asfury, esposa do ex-deputado Jamyl Asfury, que espera poder se reabilitar politicamente com o mandato-tampão da esposa.