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Policial Federal é acusado de ter premeditado morte da filha de 2 meses

O Policial Federal D.C.G é acusado de ter premeditado a morte da filha, M.C.P, de apenas 2 meses de idade. O agente e sua mãe suposta avó da criança, deram mamadeiras de leite industrial para a bebê, que só mamava leite materno. Logo após ingerir as duas mamadeiras a criança recém-nascida foi a óbito, o fato ocorreu na última sexta-feira, 8.

No atestado de óbito da criança consta que a causa da morte foi, bronca aspiração. De acordo com a análise dos profissionais de Saúde, a criança estava com o abdômen inchado e apresentava sangue no ânus e nas fezes. 

O enterro da criança foi realizado neste domingo, 10. A mãe da vítima, M.S, estava em Rio Branco para realização do exame de DNA, exigido pelo policial, que sempre se manifestou contrário a gestação, tentando provocar, inclusive, um aborto segundo a mãe da criança.

Na sexta-feira 08, o agente, que se negava a ter contato com a criança, pediu para levar a filha para sua casa, alegando que tiraria fotos de famílias, se comprometendo devolvê-la após 30 min para realizar a devida amamentação. Horas depois, após ignorar as ligações da mãe da criança, ele ligou do hospital avisando que a menina havia passado mal. 

O policial foi conduzido pela PF a uma delegacia, em Rio Branco, onde foi realizado o flagrante e ele ficou preso. Em depoimento, a suposta avó da menina assumiu ter alimentado a vítima com leite artificial. 

O agente se envolveu com a enfermeira durante uma operação que cumpria em Marechal Thaumaturgo. Desde que soube da gravidez, o policial federal insistiu para que a mãe da criança realizasse o aborto. 

Mesmo sabendo dos riscos de um aborto aos seis meses de gestação, o PF insistiu para que ela abortasse. Segundo a mulher, o agente ao ter seu pedido negado, tentou provocar um aborto forçado ao inserir, enquanto ela dormia, dois comprimidos de cytotec.

A Polícia Federal afirmou que não iria se manifestar sobre o caso. Informações O Alto Acre.