Presos em operação são condenados a mais de 50 anos por tráfico de drogas

Sete presos na Operação Elphis, da Polícia Civil, foram condenados, na última segunda-feira (13), a mais de 50 anos pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC).

Durante a operação, deflagrada no dia 14 de junho de 2018 em Rio Branco, foram apreendidos 80 quilos de maconha e 20 pessoas foram presas.

Entre os condenados estão Sidney Cunha da Silva, Thais Renata Lima, Luana Estefane da Silva, Luciana D’arc de Souza, Anderson Cunha da Silva, Marcos Antônio Rodrigues e Maxwel Viana do Nascimento. Outros quatro foram absolvidos no processo.

O advogado de três dos absolvidos, Armyson Lee, disse que a defesa alegou insuficiência de provas. “Eles só foram nesse local para almoçar. Foram convidados, são parentes. Estavam lá quando a polícia chegou e pegou eles, que não tinham envolvimento nenhum”, disse. A reportagem não conseguiu contato com os demais advogados.

Conforme o TJ-AC, Sidney da Silva foi condenado a 15 anos e 11 meses de reclusão, e ao pagamento de 1.950 dias-multa. Maxwel Nascimento levou 17 anos, 11 meses e 25 dias de prisão, além de 1.712 dias-multa, em regime fechado. Nascimento chegou a fugir do presídio em setembro do ano passado e foi recapturado em janeiro de 2019.

Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Já os réus Thais Lima, Luana Silva, Luciana D’arc e Marcos Rodrigues foram condenados a 3 anos de reclusão e 700 dias-multa. Anderson Silva foi condenado a mais de 5 anos de prisão, além de 950 dias-multa. Os cinco últimos citados tiveram a pena privativa de liberdade substituída por prestação de serviços à comunidade.

A operação da Polícia Civil do Acre, com apoio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), apreendeu 80 quilos de maconha, televisores, dinheiro e armas em Rio Branco. O trabalho foi desenvolvido por meio de investigações da Delegacia de Repreensão a Entorpecentes (DRE), que durou seis meses.

Na época, o coordenador da DRE, delegado Pedro Resende, contou que os alvos eram moradores do Conjunto Esperança, mas as investigações apontaram que um dos suspeitos utilizava uma chácara, na Estrada de Porto Acre, para guardar a droga. Com informações g1.