Sindepac espera que aumento dos combustíveis não chegue ao consumidor

Pacote do governo tem causado alvoroço entre proprietários de veículos automotores

De acordo com o anúncio, a gasolina deverá subir R$ 0,22 e o diesel R$ 0,15, a partir de 1º de fevereiro

De acordo com o anúncio, a gasolina deverá subir R$ 0,22 e o diesel R$ 0,15, a partir de 1º de fevereiro

A alta do preço dos combustíveis, anunciada pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na ultima segunda-feira (19), tem causado alvoroço entre os proprietários de veículos automotores. De acordo com o anúncio, a gasolina deverá subir R$ 0,22 e o diesel R$ 0,15, a partir de 1º de fevereiro.

Para esclarecer algumas duvidas, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificantes do Acre (Sindepac), Delano Lima, afirmou que a diretoria do sindicato ainda está buscando uma maneira para evitar que o aumento não chegue ao consumidor.

Delano Lima disse ainda que representantes da Federação dos Sindicatos dos Postos de Combustível (Fecombustível) estarão em Brasília em uma reunião com o ministro de Minas e Energia para ver se há uma possibilidade da Petrobras absorver este aumento.

“Na próxima quinta-feira (22), acontecerá uma reunião em Brasília para tratar sobre este assunto, esperamos por uma definição positiva”, afirma.

Durante conversa com a imprensa, Delano disse que a Petrobras aplica um preço 70% mais alto do que o comercializado no exterior.

Questionado sobre o porquê do preço do combustível ser tão alto no Brasil, Delano coloca o valor altíssimo na cota da pesada carga tributária aplicada no Brasil e disse que considera normal o aumento.

“Sabemos que todo começo de ano, as coisas aumentam; não seria diferente com a gasolina”, concluiu. (G.M.)