Trio é condenado a 30 anos de prisão por morte de jovem

Com início por volta das 9h00 desta quarta-feira, dia 9, o júri comandado pelo juiz de direito, Clovis Lodi, ouviram as testemunhas de acusação e defesa sobre o caso do assassinato ocorrido no mês de maio passado, onde o jovem Lucas da Silva de Souza, de 17 anos, com vários tiros.

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As investigações chegaram em três suspeitos que teria planejado e executado o plano, sendo que, o mandante do crime recaiu sobre Francisco dos Santos Coimbra, o ‘Rico’, que também é apontado como um dos líderes da facção criminosa chamada de ‘Bonde dos 13’.

Os executores, foram presos dias após o crime na Capital, com direito a perseguição e troca de tiros com os policiais. Passado cinco meses, os três foram a júri popular na comarca de Brasiléia, puderam acompanhar todo o desenrolar entre a promotoria e advogados de defesa.

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Por volta das 21h45, o juiz iniciou a leitura das sentenças dos acusados sobre o caso. Iniciando por Felismom Lima e Samuel Silva, o Pé de Pato, ambos ouviram que o crime cometido eles, foi fixado em 30 anos sem atenuantes.

Já Francisco dos Santos Coimbra, o ‘Rico’, identificado como mandante e um dos líderes de facção, também foi condenado a cumprir 30 anos em regime fechado sem direito a atenuantes. Foi negado aos três, o direito de recorrer em liberdade.

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Plano de fuga e tentativa contra testemunha foi descoberto

Um dos pontos que chamou atenção neste júri, foi a tentativa de fuga planejada pelos três ainda dentro do presídio localizado na Capital. Antes de entrar na viatura, um revista foi realizada e foi localizado nas costas de Samuel, uma arma fabricada através de uma barra de ferro com ponta, chamada de ‘estoque’.

Já em Brasiléia, passaram por outra vistoria e foi localizado dentro da bermuda de Felismon, uma chave que abre algemas. Foi levantado que o plano seria partir para o ‘tudo ou nada’ dentro do Fórum e uma das testemunhas poderia ser ferida, ou morta.

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Em seguida, o plano seria fugir rumo à Bolívia, mas não contavam com a experiência dos policiais militares que descobriram tudo. Com a ousadia por parte do trio, a tentativa pesou no julgamento. Por essa tentativa de fuga que levaria perigo para todos, o juiz determinou tratamento diferenciado aos três.

Devido a tentativa de fuga e possível envolvimentos de comparsas, um forte esquema de segurança foi montado no Fórum até o trio ouvir a sentença e serem conduzido ao presídio. A defesa disse que irá recorrer da pena. Já o Ministério Público, através da Promotora Maria Fátima, disse que a Justiça foi feita nesse caso.