Rio Branco - Acre,
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Senado: Melo desiste e nome de Edvaldo se consolida
O PT abriu mão da segunda vaga para o Senado, pelo Acre, nas eleições de outubro. O alto comando da legenda precisou de poucos minutos ontem para convencer o deputado federal Fernando Melo (PT), que pretendia a vaga, a disputar a reeleição.

A chapa majoritária da Frente Popular deve ser formada por Tião Viana, para governador, e Jorge Viana e Edvaldo Magalhães, para senador.  A reunião, na sede do partido, teve a presença dos principais nomes da sigla. Além de Fernando Melo e do presidente Leonardo Brito, estavam o ex-governador Jorge Viana, o governador Binho Marques, o senador Tião Viana, o prefeito Raimundo Angelim (Rio Branco), os deputados estaduais Ney Amorim, Taumaturgo Lima e Perpétua de Sá, e os assessores do governo Francisco Nepomuceno Carioca e Aníbal Diniz.

Com a decisão de ontem, o PT reafirmou o que alguns dos presentes ao encontro anunciaram em outras ocasiões pela imprensa: a segunda vaga para o Senado não pode ser do PT, tem que ser de um dos aliados. 

Assim, o caminho fica aberto para o presidente do PC do B e da Assembleia Legislativa, Edvaldo Magalhães, que faria dobradinha com Jorge Viana. “Essa é a chapa dos sonhos, por exemplo, do governador”, destacou o presidente do PT no Acre, Leonardo Brito, lembrando que essa chapa dos sonhos de Binho Marques teria ainda Tião Viana, candidato a governador.

Leonardo disse que o partido decidiu convidar Fernando Melo a disputar a reeleição para que a chapa da Frente Popular à Câmara Federal não ficasse enfraquecida com a saída dele. “O deputado Fernando é um dos principais puxadores de votos nessa chapa e a saída dele seria um baque expressivo em nossas aspirações”, observou o dirigente.
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