Acre ainda não tem controle de qualidade no combustível

A redução de recursos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) já afeta o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis, considerado fundamental para combater a venda de combustíveis adulterados no país. A ANP informou que, com os contratos junto aos laboratórios e universidades que fazem a coleta e análise dos produtos vencidos, a maior parte do país está sem monitoramento.

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A agência deixou claro que a continuidade do programa vai depender de recursos. O orçamento do órgão fiscalizador teve um corte de 51% em relação ao previsto. O orçamento da ANP neste ano, já com o corte, ficou em R$ 79,3 milhões, bem inferior aos R$ 183,9 milhões no ano passado. Os gastos com o programa de monitoramento são estimados em R$ 40 milhões.

No Acre a ANP destacou que se houver recursos poderá retomar o monitoramento em Maio, e explicou que a licitação para a Região Norte (Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Piauí) e Mato Grosso teve problemas e por isso está sendo refeita. As empresas licitantes não foram habilitadas ou foram desclassificadas.