Acre registra quase 52% da população que trabalha por conta própria 

Aproximadamente 51,9% da população acreana trabalham por conta própria, enquanto a média nacional chegou em torno dos 39,9%, apontou a  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) correspondente ao 1º trimestre deste ano no estado.  A taxa de desocupação no estado chega aos 13,5%, segundo o levantamento divulgado recentemente, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

O levantamento revelou que 251 mil pessoas fazem parte da força de trabalho não potencial, as pessoas que se enquadram na força de trabalho potencial chega em torno dos 71 mil. Em contrapartida, os desalentados chegaram a 45 mil e os não desalentados em 26 mil, conforme o levantamento.   O estudo estima que população desocupada chegou as 46 mil pessoas,  variou em -18 mil pessoas, ( – 28,5% em relação ao mesmo período do ano anterior) pois  não teve variação significativa em relação ao trimestre anterior. Porém, a  taxa de desocupação das mulheres da região Norte chegaram aos 15,2%, no Nordeste em 17,8% e Sul apenas 9,4%.

A taxa de desocupação no estado ficou assim distribuída: 44% na faixa etária dos 14 a 17 anos;  27,1%  entre 18 a 24 anos; 11,2% nos grupos de 25 a 39 anos; 7,5% entre 40 a 59 anos  e (4,4%) de 60 anos ou mais, enquanto a taxa nacional beirou os 12,2%.  Sem carteira assinada  chegaram a casa dos 33 mil pessoas, sem variação em relação ao ano passado.

A população em idade de trabalhar  é estimada em torno de 661 mil pessoas, o nível de ocupação chegou em 44,4%, com rendimento médio estimado em torno de R$ 1.819.  A pesquisa apontou ainda que o setor privado empregou 96 mil trabalhadores no mercado formal, o setor público por apenas 60 mil, uma diferença de 36 mil.    No quesito, as menores taxas por capitais no 1º trimestre de 2020, os dados ficaram assim distribuídos:  Goiânia (7,2), Campo Grande (8,5) e Florianópolis (8,8), a cidade de Rio Branco, capital do estado do Acre, registrou a taxa de 15%, que corresponde por 0,2 a mais em relação ao 4° trimestre do ano passado.