Alto Acre volta à bandeira laranja do COVID com aumento de casos

A região do Alto Acre retrocedeu em seus indicadores e voltou a ser enquadrada na bandeira laranja pelo Comitê Acre sem Covid. As demais regiões, o baixo Acre, que inclui Rio Branco e a região do Envira e Juruá continuam na bandeira amarela. A medida foi anunciada na sétima coletiva do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 no estado, na tarde dessa quinta feira, 29.

A bandeira laranja no Alto Acre foi determinada após verificação de aumento expressivo no número de internação e de novos casos. Quatro municípios abrangem a regional que voltou ao nível de alerta: Brasileia, Assis Brasil, Epitaciolândia e Xapuri. Esses locais tiveram maior número de notificações e casos. “Em algumas regionais essa piora foi controlada, com um aumento bem pequeno, mas outras foram mais expressivas a ponto de ter um retrocesso, como o Alto Acre”, explicou a coordenadora do Comitê, Karolina Sabino.

O Alto Acre atingiu nota 13 na classificação, com notável piora no índice de notificação por síndrome gripal, com aumento de mais de 100%, e índice de novas internação por síndrome respiratória aguda grave, com aumento de mais de 200%

“Isso é um alerta de que o cenário precisa ser controlado. As medidas precisam ser retomadas. Algo está acontecendo diferente de quando estávamos com controle do cenário. Nas últimas semanas, esse cenário modificou, com possível maior número de aglomerações”, contou Sabino.

om as medidas, volta a determinação do fechamento de espaços públicos, eventos, bares, restaurante e cultos religiosos, além de academias e autoescolas. A determinação vale por 14 dias, quando nova avaliação será feira.

As demais regiões também apresentaram regressão no combate ao COVID e não está descartada reversão, se assim for constatado na próxima reunião

Reinfecção

O infectologista Thor Dantas confirmou agora á tarde que o Acre detectou os dois primeiros casos comprovados de reinfecção pelo COVID. isso significa que os dois pacientes já haviam sido contaminados, obtido recuperação plena e agora foram novamente infectados.
Os casos estão ainda em estudo.