Candidatos precisarão conquistar 51% dos votos válidos, para não ter segundo turno

 Cezar Negreiros

A capital acreana conta com 256.673 eleitores aptos para votar no pleito deste ano, que corresponde por 45,73% do eleitorado do estado. Um dos setes candidatos à sucessão municipal precisará conquistar 51% dos votos válidos para levar no primeiro turno. Se o candidato mais votado obter apenas 45% dos votos válidos, enquanto os dois principais adversários obtiverem 25% e 24% dos votos haverá segundo turno.

A dúvida dos analistas quais os dois candidatos que chegará a reta final do pleito. Professor Minoru Kinpara, a prefeita Socorro Neri, o deputado Roberto Duarte e Tião Bocalom contam com uma estrutura suprapartidária para viabilizarem as suas candidaturas.     O petista Daniel Zen, o ex-deputado Jamyl Asfuri e o empresário Jarbas Soster do Avante correm  por fora em busca de surpreender os adversários na reta final da disputa. 

De acordo com  diretor-geral do TRE-AC, Jônhatas Santos Almeida de Carvalho,  os CNPJ estão sendo atribuídos aos partidos e as coligações com base na demanda da superintendência da Receita Federal no Acre (SRF/AC). Esclareceu que esse controle não é possível pelo tribunal, pois os candidatos precisam que está com a sua situação regular e as suas prestações de contas em dias,  para agilizar o processo da regularização das contas bancárias eleitorais nos bancos públicos e privados destinada a movimentação dos recursos do Fundo Partidário.

Os partidos e candidatos após a concessão do CNPJ, contarão com um prazo de 10 dias para abrirem as contas bancárias eleitorais, conforme recomendação do artigo 12, da Resolução TSE 23.607/2019. “Todos os bancos com agências no Acre, estão obrigadas e aptas a receberem o pedido de abertura de conta”, observou Santos.