Convenção oficializa chapa Bocalom – Marfisa com ataques ao governador

Em convenção na noite de sexta-feira. 11, Progressistas e o PSD oficializaram a candidatura de Tião Bocalom como candidato a prefeito de Rio Branco e, de Marfisa Galvão, candidata a vice. O evento ocorreu no Galpão da Start Som, no bairro Raimundo Melo. Também foram escolhidos e apresentados 52 candidatos a vereadores da coligação na capital.

Esposo da candidata a vice e um dos principais apoiadores da chapa, o senador Sérgio Petecão (PSD), destacou as qualidades de Marfisa Galvão. “Minha esposa que nasceu e se criou na Cidade Nova foi candidata a federal e teve mais de 17 mil votos e eu graças a Deus tive 120 mil votos só em Rio Branco como senador. Vamos conversar com o povo, com o pé no chão e vamos apresentar o nosso candidato que já tem o nome massificado e dispensa apresentações”

A estratégia de marketing será trocar a alcunha do candidato, de “Velho Boca”. como ´[e conhecido, para ”Novo Boca”.

Bocalom mostrou tom beligerante e atacou tanto o governador Gladson Cameli quanto a prefeita Socorro Neri. “Em 2010 eu enfrentei a máquina e quase ganhei. Enfrentei novamente em 2012 e vocês sabem o que aconteceu. Agora em 2020 enfrentarei mais duas máquinas [Gladson e Socorro], mas Deus sabe do meu coração. Nada foi fácil para mim, mas acredito que com o apoio de dois senadores posso chegar a ser escolhido prefeito da nossa Rio Branco”, disse.

E ressaltou os apoios que recebeu, novamente atacando o governador Gladson Cameli “A senadora Mailza foi mais macho que muito macho. Eu tenho certeza de que tem muito macho que não tem a coragem dela. Agradeço também ao Petecão, por ter palavra, por segurar a peteca nos momentos mais difíceis. o Bestene é outro cara macho daqueles que pega o touro pelo chifre e derruba. O pastor Reginaldo, esse sofreu, mas vencemos, nós estamos aqui fechando agora a candidatura, realizando o primeiro sonho. O segundo é a vitória”, disse.

Bocalom também criticou a prefeita e lançou alguns motes de assuntos que vai usar na campanha. “Não temos medicamentos, temos o pior IDH. Aqui nós temos mais gente cadastrada no Bolsa Família do que com carteira assinada. As coisas estão erradas. Falta creche, faltam vagas”, disse.

A coligação, que esperava o apoio de mais partidos ficou apenas com o Progressistas e o PSD.