Dez vacinas ainda não chegaram à rede pública este ano


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18112015_vacinao_ebcO Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis, do Ministério da Saúde, encaminhou notificação aos secretários estaduais e Municipais de Saúde retificando o desabastecimento de vacinas à rede pública, referente ao mês de janeiro. Ao todo, são dez vacinas em falta nos postos de saúde e hospitais, que protegem de doenças que vão desde caxumba, raiva e tétano a Hepatite A e B.

Confira abaixo as vacinas que estão em falta:

– DTP: vacina tríplice bacteriana que protege crianças contra difteria, tétano e coqueluche. Segundo o documento, não houve distribuição porque o produto está indisponível nos mercados nacional e internacional;

– Tetraviral: protege crianças de sarampo, rubéola, caxumba e varicela – catapora. O órgão informa que a vacina só foi enviada para as regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. As regiões Sul e Sudeste devem aplicar a tríplice viral mais a para varicela, em substituição a tetraviral;

– Antirrábica Vero: distribuição não autorizada devido ao estoque reduzido. A Pasta diz que as doses serão entregues ainda no mês de janeiro;

– Antirrábica em embrião de galinha: todo o estoque nacional venceu no dia 30 de novembro de 2015;

– Dupla Adulto (dT): protege de difteria e tétano. Não houve envio devido à indisponibilidade do estoque. Segundo a notificação, cerca de 20 milhões de doses chegaram no país em novembro do ano passado, mas ainda não foram liberadas pela Anvisa;

– dTpa para gestantes: não houve envio devido à indisponibilidade do estoque. Também aguardam tramites legais, como liberação da fiscalização sanitária;

– dTpa Crie: não tem sido distribuída às unidades federadas desde o mês de abril de 2015. O Ministério da Saúde alega problemas de abastecimento ligados à produção mundial e indisponibilidade de fornecedores que podem atender a demanda brasileira;

– Hepatite A: não houve envio devido à indisponibilidade de estoque. Segundo a pasta, cargas recebidas da vacina em novembro do ano passado aguardam processo legal para serem distribuídas;

-Hepatite A de rotina pediátrica: não houve envio devido à indisponibilidade de estoque. Segundo a pasta, cargas recebidas da vacina em novembro do ano passado aguardam processo legal para serem distribuídas;

– Hepatite B: não houve entrega devido a indisponibilidade do estoque, ocasionada pelo atraso do Instituto Butantan de cerca de 17 milhões de doses, desde agosto de 2015. Segundo o documento, o instituto elaborou nova calendário de entrega das doses, com a primeira data prevista para fevereiro.