Especialista diverge e defende que vaga é de Leo de Brito

Leo de Brito (PT)

Depois da reportagem publicada ontem no site e hoje em A TRIBUNA, a redação recebeu nova análise de outro especialista em legislação eleitoral, que questiona as conclusões e garante que a vaga de deputado estadual vai mesmo para Leo de Brito, do PT, com base na fórmula de cálculo usada pelo TRE , de aproximações sucessivas na definição dos eleitos pelo critério proporcional.

Pelo exposto, retirados ao votos dados a Manoel Marcos, as médias vão sendo recalculadas a cada definição, vaga por vaga. Desta forma, Leo de Brito seria eleito na terceira média, na última vaga, por somar, nesse ponto da apuração, em sua coligação, 38.932,5 votos de média, contra 37.663 da coligação PSL/PATRI/PSC.

Assim, a última vaga seria preenchida pela coligação PT/PC do B/ PSB/PHS/DC, que havia garantido a vaga para Perpétua Almeida, pelo quociente eleitoral, que elegeu cinco vagas na primeira volta da apuração, e assim ficaria com a segunda vaga nessa terceira e última média.

Eis o quadro em que se baseia esse cálculo

A fonte explica que não está em discussão a possibilidade da perda do mandato de Bocalom, pois há dúuvidas se ele teria que manter a fidelidade, mesmo não tendo sido eleito.

Ainda assim, a carta de desfiliação do PSL poderia, sim, ser usada a seu favor de acordo com a legislação eleirtoral, mas que essa discussão não será feita, porque na definição do quociente eleitoral, segundo a explicação recebida por A TRIBUNA, sua coligação continuar[a fora do quadro de eleitos.

A TRIBUNA publica mais essa colaboração a título de esclarecimento e para fomentar o debate sadio da política. A definição oficial virá do TRE, assim que o tribunal for ofivialmente comunicado da cassação de Manoel Marcos.