O oxigênio de Gladson

* Moisés Diniz

“Não há obras acontecendo no Acre, que virou um xeleléu de Brasília, posam de honestos, mas, estão roubando…” (autor: desconhecido).

OBRAS

Gladson Cameli inaugurou a verticalização do Pronto-socorro de Rio Branco (obra parada há oito anos), entregou a UPA de Cruzeiro do Sul, reformou a biblioteca e construiu a defensoria pública de Tarauacá, iluminou a pista de pouso de Feijó e está em processo de reforma do prédio e iluminação da pista de Tarauacá, restaurou o Teatro dos Nauas e mais dois espaços culturais e esportivos de Cruzeiro do Sul, asfaltou o acesso de Rodrigues Alves, está elevando (porque alagava) e asfaltando o acesso à Bolívia em Plácido, está recuperando todas as estradas estaduais (que estavam destruídas), fez dois convênios com os 22 prefeitos, independente de partido (sem discriminação), para garantir asfalto nas cidades e recuperar ramais, reformou centenas de escolas, comprou mais de 100 ônibus, abriu escolas militares e está garantindo alimentação para 160 mil crianças e adolescentes, num Estado que está em primeiro lugar em desnutrição infantil e tem 60% da população recebendo auxílio emergencial. E reduziu as mortes violentas em 32%. E isso em plena pandemia.

COVID-19

Enquanto outros Estados gastaram 20 milhões com aluguel de hospitais de campanha de lona, Gladson construiu dois hospitais permanentes, com menos de 12 milhões, para combater a COVID-19 e multiplicou por 4 o número de UTIs, Não deixou a epidemia de alastrar e matar como em Belém ou Manaus e segue em terceiro lugar em transparência na utilização de recursos. Gladson não ficou negando a existência e a letalidade da pandemia, como negaram a existência da volta do crime organizado, por isso, conseguiu salvar vidas. Está reformando e equipando hospitais com aparelhos de ponta, que salvam vidas.

HONESTIDADE

Depois de muitos anos, foi o primeiro governo que exonerou acusados de corrupção, abriu investigação pela Polícia Civil e encaminhou denúncias ao Ministério Público. Gladson não usou o velho discurso de que “até a última instância , todo mundo é inocente”, pra manter nos cargos denunciados por corrupção.

Sobre política, todo governante do Acre procurou ter aliados em Brasília, até de adversários, como no tempo de FHC. É correto e necessário, não é subserviência, principalmente, quando todos estavam no mesmo palanque.

Gladson trouxe oxigênio pra gente respirar, nas UTIs e na política.

*MOISÉS DINIZ é secretário adjunto de Educação e membro da Academia Acreana de Letras, autor do livro O Santo de Deus (https://www.chiadoeditora.com/livraria/o-santo-de-deus)