Páscoa terá ovos menores para se adaptar à crise

A Páscoa virá mais tarde neste ano, no dia 16 de abril, o que tem dado novo ânimo aos fabricantes de chocolate. A expectativa é que, já longe das dívidas de janeiro, o consumidor tenha mais ânimo e tempo para comprar ovos.

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De olho nos novos hábitos dos brasileiros para se adaptar a crise econômica, as empresas incrementaram o portfólio neste ano com produtos menores. “Lembrancinhas”, como ovinhos, cenouras e coelhinhos, chegam em peso até mesmo em marcas focadas na classe A, como a Kopenhagen.

A Ferrero Rocher trará ao mercado o Grand Ferrero, uma versão em tamanho  grande do bombom, mas menor e mais barato que o tradicional ovo de Páscoa.

Para os produtos considerados gourmetizados e que possuem os preços mais elevados, a promessa é de que os valores cheguem sem reajuste. É o caso dos ovos de colher da Cacau Show e do ovo KitKat, da Nestlé, que vem com uma caixa de som bluetooth.

Para os demais produtos, o consumidor deve encontrar reajustes que acompanham a inflação, de 6,29% em 2016. A Top Cau promete aplicar apenas 2% de aumento.

As empresas afirmam ter realizados ajustes nas produções para poder segurar os preços.

O gerente de marketing da Nestlé, André Laporta, disse à reportagem do Metro Jornal que a empresa está otimizando o máximo possível as caixas de expedição, embalagem e produção para conseguir trazer reajuste apenas na inflação, “mesmo tendo enfrentado aumento da matéria-prima e alguns impostos”. Com informações do Metro Jornal.