Pastor Reginaldo pede perdão a Gladson 15 dias depois por ofensas em áudio vazado


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O pastor Reginaldo Ferreira da Silva, presidente do diretório municipal do Progressistas, em publicação hoje nas suas redes sociais pede perdão pelos insultos e grosserias que proferiu contra o governador Gladson Cameli em gravação realizada durante encontros em Brasília com personalidades do partido e que geraram grande repercussão, quando vazadas na imprensa.
Embora com atraso de 15 das, o pastor revela que procurou pessoalmente o governador para se redimir, mas não foi recebido e, por isso, fazia a publicação como forma de um pedido de perdão, ressaltando a importância bíblica dessa atitude.

Diz o pastor, na publicação compartilhada pelo partido, que “o perdão é uma joia valiosíssima do tesouro do amor. E é dessa virtude, que humildemente lanço mão, ao apelar que do abundante amor com que Deus enriqueceu o seu coração, me concedas a graça de seu perdão”.

Na nota em seu facebook, o pastor diz que “há uma quinzena de dias atrás, foi dado publicidade a um áudio de parte de uma tensa reunião em que eu debatia politicamente com dois dirigentes partidários aqui em Rio Branco. Lamentavelmente, um dos dirigentes ou ambos, cederam a primitiva fraqueza humana, de ilicitamente gravar uma conversa estritamente privada”.

Ressaltou, admitindo o erro: “muitíssimo mais lamentável, foi minha fraqueza e descompostura, em usar termos nada decorosos em referência a um ser humano, com o agravante de se tratar da maior autoridade do nosso Estado. Tal fraqueza não faz parte do meu perfil pessoal. Incidente desconexo do meu modo de vida e ofício. O senhor bem sabe. Perdão, perdão! Tão logo tomei conhecimento do fatídico incidente, busquei tratar pessoalmente com sua pessoa, esforço reiterado sem sucesso. Acredito que dado a sua extensa e intensa agenda de trabalho”.

O pastor Reginaldo diz que espera ser redimido do seu ato: “me valho desse instrumento na expectativa de que, o mesmo chegue ao seu conhecimento e piedosamente me declares redimido de meu pecado e mal procedimento (…) busco junto a sua pessoa a dádiva espiritual do perdão. Quanto as questões de menor relevância (política/partido), permanecerei a sua disposição para o diálogo respeitoso e fraterno, como sempre”.