Policiais penais cobram prêmios de valorização profissional

Cezar Negreiros

Quase 50 Policiais Penais participaram na manhã de ontem de uma manifestação em frente do Palácio Rio Branco para cobrar das autoridades a retomada das negociações da categoria. Com cartazes em punho e faixas, os manifestantes cobravam a regularização das promoções, o pagamento das bonificações retroativas, os prêmios de valorização dos últimos três anos e a realização de concurso público.

Eles reivindicam o pagamento retroativo das promoções e dos prêmios por cumprimentos das metas estipuladas pelo Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre (IAPEN-AC). “Estamos há três anos sem recebe as nossas bonificações”, lamentou o presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Acre (SINDAPEN), Beto Calixto.

Policiais fizeram manifestação na escadaria do Palácio

O sindicalista defende a realização de concurso público efetivo para 600 vagas. A categoria cobram melhores condições de trabalho e valorização profissional. A direção do SINDAPEN se reuniu no fim da tarde, com o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), coronel Paulo Cezar Santos, para tratar da extensa pauta da categoria.

Cerca de 1.170 agentes da Polícia Penal (PP) fazem a segurança das nove unidades prisionais espalhadas pelos municípios de Rio Branco, Senador Guiomard, Sena Madureira, Tarauacá e Cruzeiro do Sul. A Polícia Penal é responsável pela vigilância de 8.120 presos, sendo que 1.928 detentos monitorados que tiveram progressão da pena.

Com as lanternas de pilhas em punho, resolveram procura-lo, mas depararam com um grande amassado na vegetação onde tinha deixado a malhadeira armada. Durante as buscas que fizeram na semana seguinte, depararam com uma grande sucuri digerindo uma presa. A informação que tinham matado a sucuri e que os fiscais do IBAMA abriria a barriga da cobra grande para resgatar o corpo do autônomo Paulo de Souza, não passou de mais uma estória de pescador.