Sindicato denuncia perseguição no Depasa

Marcelo Jucá, do Urbanitários, fala em punição a servidores

Portaria assinada pelo diretor do Depasa, Sebastião Fonseca, quer impedir que denúncias de má prestação de serviço da autarquia chegue à população. Assim interpretou o Sindicato dos Urbanitários a portaria de número 218, assinada no dia 26 de maio, proibindo que os servidores façam qualquer tipo de imagem das unidades do Depasa, principalmente as estações de captação e tratamento de água. Quem desrespeitar pode ser punido.

A portaria, na verdade, quer impedir que casos como o flagrante feito em um reservatório no interior do Estado, na qual os morcegos fizeram moradia na parte mais alta e as fezes do bichos caiam diretamente na água que será consumida pelos moradores da cidade, revelou o presidente do sindicato, Marcelo Jucá.

O sindicato denunciou ainda, a perseguição aos servidores e mostrou uma lista de 35 trabalhadores que eram emprestados do Saerb para Depasa que foram devolvidos, “São funcionários com experiências em equipamentos, mas, que, de repente, estão impedidos de trabalhar no Depasa”, reclamou Jucá.

Outros 15 funcionários que eram da Sanacre e que também prestavam serviço ao Depasa tiveram que sair e voltar a secretaria de origem.

Para o sindicato a retirada desses trabalhadores pode ser prejudicial a população.