Só em junho Acre teve 228 mortes e quase 7 mil infectados por Covid


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Cezar Negreiros

Apesar dos esforços de todas as autoridades, o estado fechou o mês de junho com 228 mortes por covid-19 e 6.963 infectados pela doença. A primeira semana registrou 69 mortes e 1.754 contaminados, a segunda semana contabilizou 52 óbitos e 1.658 infectados, a terceira fechou com 41 mortes e 1.743 contaminados e quarta semana registrou 58 óbitos e 1.613 infectados e nos últimos dois dias oito mortes e 195 contaminados.  

O Acre tinha registrado até o dia 17 de abril deste ano apenas 153 casos de covid-19 e cinco mortes, depois da descoberta dos três primeiros casos importados (dois casos de infectados em São Paulo e um no Ceará)  mas no último dia 17 de maio o estado já tinha contabilizado 1.867 casos e 59 óbitos e no último dia 17 de junho fechava com 10.339 infectados e  281 mortes.

O boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou mais quatro mortes e 107 novos casos nas últimas 24 horas, o estado contabiliza agora 361 mortes por covid-19 e 13.253 contaminados. De acordo com o relatório do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), foram registrados três mortes na capital e uma em Manoel Urbano. Sendo uma do sexo masculino e três do feminino, com idades entre 44 e 91 anos.

 A primeira vítima era morador de Manoel Urbano que tinha 44 anos, que veio a óbito no último dia 18 deste mês no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e morreu no dia 18 deste mês, a segunda era uma aposentada de 91 anos, que faleceu no último dia 11 de junho no Hospital Santa Juliana, a terceira vítima tinha 78 anos, que faleceu na mesma no no dia 18 na mesma unidade de saúde e a última era uma aposentada de 77 anos, que morreu no dia de ontem no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb).

Os colegas de caserna lamentaram a morte do policial militar aposentado Adjorge Freitas do Nascimento, que morreu de complicações cardíacas na noite de segunda-feira (dia 29), depois de lutar por vários dias num leito de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO-AC). A vítima morreu sem saber que o filho Cristiano Silva do Nascimento (33 anos),  tinha falecido no último dia 22 de junho, acometido da mesma doença. O filho do militar trabalhava como motorista de ônibus, mas devido uma trombose não resistiu à doença e morreu.