Taxa de desocupação no 1º trimestre deste ano no estado chega 13,5%, apontou PNAD Contínua

Apesar dos esforços dos governantes para garantir a geração de emprego nesta época de pandemia do coronavírus, a taxa de desocupação no 1º trimestre deste ano no Acre chegou em torno dos 13,5%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).    Porém, quando leva em  conta o 4º trimestre do ano passado que estado registrou 13,6%, os indicadores aponta uma ligeira queda de 0,1 pontos percentuais, mais  em  comparação com o mesmo trimestre de 2019 que ficou em torno de 18,0%, com uma queda de 4,5 p.p.

O estudo revelou que a população em idade de trabalhar no estado é estimada em 661 mil pessoas, mas que não apresentou nenhuma variação em relação ao mesmo trimestre do ano passado, inclusive ao trimestre anterior. A população ocupada chega em torno de 293 mil pessoas, a desocupada beira a casa dos  46 mil pessoas, que correspondeu por uma variação  de  -18 mil pessoas, mas de – 28,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados apontaram ainda uma estimada em 13,5%, que corresponde por uma variação de -4,5p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior, porém,  não houve nenhuma variação significativa em comparação ao trimestre anterior.

A Penad Contínua apontou ainda que pessoas fora da força de trabalham chegam em torno de 71 mil, mas a força de não potencial beiram as 25 mil pessoas. Em contrapartida, os desalentados já são 45 mil e não desalentados chegam aos 26 mil.  Como era de esperar,  o setor privado garantiu emprego para 96 mil pessoas, enquanto o setor público para apenas 60 mil, a diferença chegam em torno 36 mil postos. Outros seis estados apresentaram também, quedas,  o estado do  registrou o maior percentual, pois chegou em  4,5% na taxa de desocupação.

O levantamento revela que o nível de ocupação é estimado em 44,4%, não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, nem  relação ao trimestre anterior.  O rendimento médio estimado em R$ 1.819, não apresentou variação em comparação com o ano passado.  Os sem carteira assinada chega chegaram em torno de 33 mil pessoas, mas não apresentou variação em relação ao ano passado.

De acordo com Reginaldo Lopes da Silva, da Supervisão de Disseminação de Informação IBGE – Unidade Estadual no Acre, a   taxa de desocupação das mulheres da região Norte (15,2%) e Nordeste (17,8%) tiveram as estimativas mais elevadas, a região Sul (9,4%) registrou a taxa mais baixa.

Estatística – Esclareceu que as taxas de desocupação foram registrados nas populações que fazem parte  dos grupos etários de 14 a 17 anos (44,0%) e de 18 a 24 anos (27,1%), os grupos de 25 a 39 anos (11,2%), 40 a 59 anos (7,5%) e o de 60 anos ou mais (4,4%) ficam abaixo da taxa nacional (12,2%). “O levantamento apontou ainda que o setor privado correspondeu por cerca de 70% do percentual de empregados com carteira de trabalho assinada no país”, enfatizou Reginaldo.  No quesito, as menores taxas por capitais no 1º trimestre de 2020, os dados ficaram assim distribuídos:  Goiânia (7,2), Campo Grande (8,5) e Florianópolis (8,8), a cidade de Rio Branco, capital do estado do Acre, registrou a taxa de 15%, que corresponde por 0,2 a mais em relação ao 4° trimestre do ano passado, conforme o estudo divulgado no dia de ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).